Eu estruturo e rodo a campanha inteira na minha conta de anúncio. Quem clica já está buscando contratar ou trocar de plano, e cai direto na sua conversa. Cada oportunidade fica registrada no CRM até o fechamento, e você recebe relatório com número real toda semana.
Respondo pessoalmente, em horário comercial. Sem robô e sem equipe de vendas no meio.
ou, se preferir direto:
Chamar no WhatsAppSeus dados servem só pra eu te responder. Não vendo, não repasso e não coloco você em lista de disparo.
Trabalha sozinho, vive de indicação e quer parar de depender de o telefone tocar. Aqui a campanha é enxuta e o volume tem que caber no que uma pessoa consegue atender bem.
Precisa de oportunidade em volume para distribuir entre os vendedores, sem que ninguém fique parado nem sobrecarregado. Aqui o CRM deixa de ser opcional.
Responde por meta de time e precisa saber quem está convertendo e quem está deixando oportunidade esfriar. O relatório semanal é a ferramenta de gestão dele.
É a frase que eu mais escuto. E é justa — a maioria dos corretores que eu atendo já passou por isso. Alguém prometeu resultado, cobrou, entregou uma planilha de contatos que ninguém respondeu, e sumiu quando você cobrou explicação.
O problema quase nunca é o anúncio. É que ninguém acompanhou o que aconteceu depois do clique. Lead entregue e abandonado vira número numa planilha. Lead acompanhado vira conversa, e conversa vira venda.
Conta de anúncio, criativo, segmentação e verba ficam sob minha gestão. Você não precisa aprender gerenciador nem virar analista de campanha.
Quem clica cai direto no seu WhatsApp, já sabendo que está falando com corretor. Sem formulário perdido, sem planilha, sem espera de repasse.
Cada oportunidade entra no CRM e é acompanhada até fechar ou até travar. Toda semana você vê onde seu dinheiro foi e onde a jornada está emperrando.
Não é sobre anúncio mais bonito. É sobre o que existe depois que a pessoa clica.
| Lead de corretora ou gestor genérico | MMKT | |
|---|---|---|
| Quem monta a campanha | Você, na sua conta, aprendendo no caminho — ou uma equipe que nunca vendeu plano de saúde | Eu, na minha estrutura, com 4 anos só nesse mercado |
| Como o contato chega | Lista repassada, muitas vezes já trabalhada por outro corretor antes de você | Direto no seu WhatsApp, no momento em que a pessoa demonstrou interesse |
| Depois da entrega | Acabou. O acompanhamento é problema seu | CRM registrando cada oportunidade até o fechamento ou até identificar onde travou |
| Prestação de contas | Relatório mensal genérico, quando vem | Relatório com número real toda semana, e conversa sobre o que ajustar |
| Quando o resultado não vem | A culpa vira sua | Se o contato chegou errado, é comigo e eu ajusto a campanha. Se chegou certo e não fechou, olhamos o atendimento juntos |
Prefiro te perder agora por ser honesta do que te decepcionar daqui a dois meses.
"Tráfego traz oportunidade. Fechamento vem do processo e do vendedor." É por isso que eu trabalho com contrato mínimo de 3 meses: dá tempo de ver, com dado, onde está o gargalo real.
Prints reais de conversa, com nome e foto removidos. Nenhum depoimento escrito por mim.
Esses são resultados de corretores específicos, em regiões e operadoras específicas, com o atendimento deles. Resultado passado não é promessa de resultado futuro.
Vou ser direta: não garanto venda fechada, porque isso não depende só de mim. O que eu garanto é oportunidade qualificada chegando até você, um processo que acompanha cada uma até o fechamento, estratégia, dado e acompanhamento constante.
Se o contato não chegou certo, é comigo, e eu ajusto a campanha. Se chegou certo e não fechou, isso é atendimento — e aí eu te ajudo com o CRM a enxergar onde travou.
Entendo completamente, e é uma das coisas que eu mais escuto. Por isso eu trabalho diferente: não entrego só lead, entrego processo, CRM acompanhando cada oportunidade e relatório toda semana. Você vê exatamente onde seu dinheiro está indo.
Dizer que acompanha é fácil. Por isso o relatório é semanal e com número real — você vê o dado, não a promessa.
Depende de três coisas: quanto você investe em mídia, qual é a sua região e qual produto a gente vai anunciar. Qualquer número que eu chutasse aqui seria mentira.
O que eu faço é o contrário: a gente conversa, eu olho o seu funil, e aí eu te mostro a estimativa com a conta na frente — quanto de verba, qual custo por clique esperado, quantos contatos isso tende a gerar. Com o número exposto, não com promessa.
Tem duas contas separadas: o meu trabalho de gestão, que é um valor mensal fixo, e a verba de mídia, que vai direto pro Google ou pra Meta e não passa por mim.
O CRM é cobrado à parte, porque nem todo corretor precisa dele no primeiro momento. Eu te falo os valores na conversa, depois de entender o seu cenário — não tem tabela escondida.
Às vezes sim, às vezes não — e eu prefiro te dizer isso antes de você gastar.
Tráfego funciona quando existe alguém do outro lado pra responder rápido, atender bem e fazer follow-up. Se você ainda não tem esse tempo ou esse processo, o dinheiro do anúncio queima sem virar venda. Nesse caso eu te digo o que arrumar primeiro.
Você pode. Muita gente faz. A diferença está no que você não vê: estrutura de conta, histórico de aprendizado do algoritmo, criativo testado, palavra negativa, segmentação e tempo de amadurecimento.
Rodando na minha estrutura, a campanha já parte de um histórico que funciona nesse mercado, em vez de começar do zero e aprender queimando a sua verba.
Contato costuma chegar nos primeiros dias. Resultado estável, não — campanha precisa de amadurecimento, e os primeiros dados servem justamente pra ajustar.
Por isso o contrato mínimo é de 3 meses. Não é pra te prender: é o tempo mínimo pra a gente saber, com dado, o que está funcionando e o que precisa mudar.
Não precisa. O acompanhamento técnico é meu. O que eu preciso de você é o que você já faz todo dia: responder quem chega, atender bem e não desistir no primeiro "vou pensar".
Nossa conversa semanal leva poucos minutos e é sobre número, não sobre configuração.
Me conta como você vende hoje, de onde vem o seu cliente e onde ele trava. Se eu achar que tráfego não é a sua prioridade agora, eu digo — e digo o que é.